Domingo, 16 de Dezembro de 2007

Uma do Dickens

«Mas tenho a certeza de que sempre considerei o Natal, quando ele chega... à parte a veneração devida ao seu sagrado nome e origem se é que algo dele se pode dissociar... como uma época de bem; uma quadra de bondade, de perdão, de caridade e alegria: a única altura do ano, que eu saiba, em que homens e mulheres parecem, unanimemente, abrir de livre vontade os croações fechados e pensar nos seus inferirores como se eles fossem relamente companheiros seus nesta vida e não uma outra espécie de criaturas com outras jornadas por destino. Portanto, meu tio, embora o Natal nunca me tenha feito ganhar uma moeda de ouro ou prata, eu creio que me fez proveito e continuará a fazer. E mais, Deus abençoe o Natal!» Charles Dickens, Um Cantico de Natal

publicado por vitruviano às 23:00
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