Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2008

Coisas Eternas

Peço desculpa por não estar a publicar mais frequentemente, mas o vírus está dar trabalho. Espero em breve resolver o problema e publicar com mais frequência.
Prometi que falava em coisas eternas. A vida é uma coisa eterna; não parece, mas é. Se assim não fosse, a História não existia. A memória é uma forma de eternizar a vida. E a memória grava não só os grandes feitos e as grandes obras, mas também  os sentimentos , as sensações e as emoções daqueles familiares, amigos e pessoas que marcaram a nossa vida. E estes afectos, para além de ficarem marcados na nossa memória, deixam-nos raízes tão profundas que mesmo insconcientemente acabamos por reflecti-los nos nossos actos e, deste modo, transmitimos indirectamente a memória destas pessoas aos que nos rodeiam.
Temos consciência das profundas marcas e influências que deixam o sorriso das nossas avós o tom babado dos nossos avôs a falarem dos netos, as brincadeiras de infância?
Já pensámos que a eternidade pode-se guardar num sorriso?
publicado por vitruviano às 00:09
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Terça-feira, 15 de Janeiro de 2008

A Passagem do Tempo

Antes de mais quero pedir desculpa por só agora voltar á publicação de um Post, mas um irritante virus introduziu-se no meu computador e obrigou-me a reduzir a actividade do blogue.
O fim de um ano leva-nos sempre a reflectir sobre a passagem do tempo. Os mais novos temem chegar a velhos; os mais velhos temem as rugas; e os mais idosos temem a morte.
A todos digo que nós só vivemos o presente. O passado já passou e ao futuro ainda não chegámos lá. Não adianta evitar a passagem do tempo porque ela é inevitável e todo o que podemos fazer é viver cada dia o melhor possível, porque se vivermos a pensar no envelhecimento, quando realmente lá chegarmos, descobrimos que não tivemos vida.
É certo que para  melhor vivermos o presente, precisámos de aprender com o passado e para que a nossa vida tenha sentido precisámos de pensar o futuro, mas isso não quer dizer que tenhamos que estar sempre a pensar naquilo que fomos ou no que nos vamos tornar. A vida constroí-se dia a dia  e é bom procurarmos viver cada dia melhor que o anterior.
Parar o tempo é impossível, Gostávamos de sermos eternos, mas a eternidade tornaria a vida impossível.
 No entanto, há coisas que são eternas. Em breve falarei delas.
Até lá, «Carpe diem»!
publicado por vitruviano às 00:12
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Terça-feira, 1 de Janeiro de 2008

Votos para 2008

Não se pode dizer que 2007 tivesse terminado bem. Benazir Bhuto foi assassinada; no Quénia instala-se a violência devido aos resultados eleitorais; continuam os tempos de incerteza e dúvida e a incapacidade política para responder aos anseios da população.
Para 2008, desejava que estes acontecimentos fossem os últimos de um tempo e que se traduzissem numa recusa do mundo em aceitar mais estados democráticos fantoches.
Sempre acreditei que o poder, fosse ele qual fosse, só se aguentava porque tinha sempre uma base social de apoio e que sempre que os povos consideravam que este já não era legitimo promovia a sua queda.
Assim espero que em 2008, se compreenda que só em verdadeira democracia se pode garantir o futuro do planeta e que todos atinjam o seu verdadeiro significado.
Feliz 2008.
publicado por vitruviano às 22:47
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